Inspire-se

Um espaço para contar suas experiências e escutar experiências de outras pessoas sobre como têm usado o Grok e quais os resultados e benefícios colhidos.

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Warm-up
Trabalho e carreira

De forma simples e cuidando para ser objetivo e contributivo, uso a metodologia para inicio dos trabalhos em grupo. Na maioria dos casos as pessoas já estão em grupo aguardando o inicio do trabalho quando promovo o seguinte processo:

  1. Colocado o contexto do desafio do dia, onde para o mesmo as pessoas terão necessidades e sentimentos
  2. Explicado o processo a seguir
  3. Pausa com um música de fundo para que as pessoas se tragam ao presente.
  4. Ao final elas escolhem uma carta (voltada para baixo), aleatoriamente, de sentimentos e de necessidades
  5. Posteriormente elas abrem a carta de necessidade acompanhado de uma reflexão pessoas de aproximadamente 1′
  6. Posteriormente elas abrem a carta de sentimento acompanhado de uma reflexão pessoas de aproximadamente 1′
  7. Compartilhamento em grupo de sua experiência e definição das necessidades e sentimentos presentes
  8. As cartas permanecem com as pessoas durante os trabalhos para, eventualmente, lembrarem das necessidades e sentimentos presentes
Enviado por: Regis Lucci
Ambiente usado / Área de atuação: Consultoria
Tenho usado para praticar a autoempatia e reconhecendo os próprios sentimentos e necessidades
Grok sozinho

Olá! Meu marido comprou o GROK e recebemos na semana passada. Tenho usado individualmente, praticando o jogo da autoempatia em várias situações, e as cartas me ajudam muito a identificar os sentimentos verdadeiros e legitimar minhas necessidades. O jogo tem sido um grande aliado para minha autopercepção e o estabelecimento da CNV comigo mesma! A leitura do manual já foi uma experiência de grande aprendizado, principalmente da diferenciação entre sentimentos verdadeiros e “verbos-vítimas” (isso é MUITO impactante na relação consigo mesmo!) e necessidades versus “pensamentos deveria” (o que é MUITO libertador!!).

Tem sido uma prática diária! Não é simples mudar um modelo mental julgador construído ao longo de uma vida inteira, mas para mim essa ferramenta está catalizando um desejo íntimo de mudança, autocompaixão e autenticidade. Já tenho uma razoável dose de autoconhecimento construída com psicoterapia e outras terapias e práticas. Para mim, nesse momento, o jogo está sendo uma forma de exercitar um modelo mental mais conectado aos sentimentos e, portanto, mais compassivo comigo e com os outros.

Enviado por: Juliana M.
Ambiente usado / Área de atuação: -
Grok e Onboarding
Trabalho e carreira

A escolha do Grok se deu para que pudesse levar uma experiência verdadeiramente empática para os líderes da companhia durante o treinamento de Onboarding.

Onboarding é uma estratégia das empresas durante o processo de adaptação e capacitação dos colaboradores recém contratados que ainda, algumas vezes, são deixados soltos, sozinhos em um momento tão importante e, ao mesmo tempo, delicado na vida desse profissional.

O jogo surge durante o treinamento para que a empatia seja sentida e experimentada por todos. Os participantes devem sortear uma carta e descobrir o sentimento a partir de relatos dos  demais participantes de situações vividas na companhia, quando dizem “eu me sinto assim quando…”.

Os resultados têm sido incríveis!

Amo esse jogo.

Enviado por: Renata Ventura
Ambiente usado / Área de atuação: RH Educação Corporativa
Para atuar com adolescente em consultório que tem déficit de repertório social , dificuldade de conversar
Enviado por: Psicologa
Ambiente usado / Área de atuação: Consultório
Intervenção individual - adolescente atendido na GEAMA

Apresentamos a proposta do jogo “Grok” (doado pela empresa Colibri, como estratégia de intervenção para abordagens relacionadas à Comunicação Não Violenta), com a ideia de exercitar a prática de nomeação de sentimentos, facilitando as relações e a comunicação daqueles, de forma mais clara. O adolescente sorteava as cartas de sentimentos e a equipe exemplificava com uma situação na qual “se sentiria assim…”. O adolescente precisava indicar qual sentimento acreditava ser e dar também um exemplo no qual teria se sentido dessa maneira.  Tal dinâmica se deu em decorrência de analfabetismo do atendido. Notou-se que o socioeducando possui habilidades de narração, descrição e comparação. No entanto, o adolescente não conseguiu fazer o exercício de nomear os sentimentos, trazendo novamente limitações na prática de abstração. Ainda assim, percebe-se uma maior vinculação à equipe com a prática de se expressar e falar sobre suas vivências.

Enviado por: Manuela Soares Silveira
Ambiente usado / Área de atuação: Assistente Social do Sistema Socioeducativo
Hello

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Enviado por: Hello
Ambiente usado / Área de atuação: Alice