Um espaço para contar suas experiências e escutar experiências de outras pessoas sobre como têm usado o Grok e quais os resultados e benefícios colhidos.
Conduzo grupos de prática em Comunicação Não Violenta. No ultimo encontro utilizei o Grok para apoiar nossa prática que era em torno da identificação e autoresponsabilidade e incremento do vocabulário sobre sentimentos.
As participantes adoraram o Grok por vários motivos mas talvez o que chamou mais atenção foi o contato que elas tiveram com a nomeação de um repertório vasto de sentimentos. Puderam experienciar o quanto que no dia a dia limitamos nosso vocabulário e consequentemente dificultamos nossa conexão com nosso mundo interno e com o que necessitamos.
Pretendo usar muito mais o jogo ao longo das práticas do grupo. E provavelmente, como já aconteceu, ampliando muito a compreensão e o engajamento das pessoas em prol da não-violência.
Recentemente apliquei o Grok numa sessão em que o cliente navegava sobre o problema, mas não conseguia mergulhar e acessar as vulnerabilidades. Cantei as necessidades uma por uma e pedi que sem pensar ele dissesse se tinha ou não em relação à situação e a fase. Em seguida fiz o mesmo com os sentimentos. Abri todas as cartas na frente dele e ele se assustou em perceber que existiam sentimentos e necessidades que ele nem se dava conta.
Pedi para ele ir encaixando os sentimentos e as necessidades que estavam ligadas e ele foi tendo insights de que se resolvesse uma necessidade, automaticamente, eliminaria algumas outras e outros sentimentos.
Foi muito produtivo e leve.
Estou sempre com o jogo em mãos e já aconteceu de não estar na programação de uma apresentação e eu sentir a necessidade de aplicar e ser um sucesso de resultados para quem participa.
Sou muito grata por ter conhecido o Sérgio e a metodologia Grok. Já era semeadora da CNV e ficou ainda mais completo.
Joguei 2 vezes com meu filho de 7 anos. Na primeira vez, ele que lê somente caixa alta, pedia que eu lesse para ele. Usamos somente a carta de sentimentos e foi delicioso ouvi-lo e compartilhar com ele o que sinto.
Passaram alguns dias e ele me pediu para jogar novamente. Desta vez ele já tentou ler as palavras e quis usar as cartas das necessidades, mas não conseguimos desenvolver.
De toda forma, estes momentos de atenção mútua sem eletrônicos, foi otima!
Estamos muito contentes com as possibilidades de utilização do Grok!
Gostaríamos de compartilhar o relato de utilização do jogo junto a equipe pedagógica do Instituto Crescer Legal, a partir de Março/20 passaremos a utilizar o Grok com os jovens que participam dos programas sociais do Instituto.
Tivemos conhecimento acerca do jogo GROK durante uma formação realizada por uma das colaboradoras da instituição. No nosso trabalho, abordamos diversos aspectos relacionados com a Comunicação Não Violenta, com isso, acreditamos que o jogo poderia ser um aliado de nossa prática pedagógica, visto que ele permite uma comunicação mais eficaz em relação às necessidades e sentimentos dos participantes, no nosso caso, jovens do meio rural.
Afim de testar as possibilidades da utilização do mesmo, realizamos a experimentação dos diferentes formatos durante o primeiro encontro com o grupo de educadores, após o recesso. Primeiro, nos familiarizamos com as cartas de necessidades e depois de sentimentos, seguindo os modelos do manual que acompanha o jogo. Posteriormente, cada integrante, coordenou uma atividade com o uso do GROK, aplicando com os demais colegas do grupo. Surgiram várias discussões bacanas acerca das possibilidades de utilização do mesmo, além de ser essencial para podermos utilizar dessa ferramenta com mais eficiência com os jovens. Foi muito interessante observar o quanto muitas vezes não soubemos nomear os sentimentos e/ou necessidades que temos, mesmo que pareçam óbvios.
Algumas possibilidades que surgiram em relação a familiarização do jogo: