Inspire-se

Um espaço para contar suas experiências e escutar experiências de outras pessoas sobre como têm usado o Grok e quais os resultados e benefícios colhidos.

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Enviado por: Sabrina
Ambiente usado / Área de atuação: Psicologia
Grupo com adolescentes vítimas de violência
Educação

Utilizamos o Grok nos grupos com adolescentes vítimas de violência no CREAS.
Observamos que eles apresentaram conteúdos mais detalhados sobre eventos passados do que com estratégias anteriormente utilizadas.

Enviado por: Erica Estevam
Ambiente usado / Área de atuação: Assistente social
Grok Favorece a Conexão em Diferentes Ambientes
EducaçãoFacilitaçãoTrabalho e carreira

Uso o Grok constantemente em meu trabalho com grupos, no ambiente corporativo, educacional ou em eventos abertos e sempre resulta em ricas trocas e aprendizados, as pessoas conseguem se conectar mais facilmente (tanto consigo mesmas como uma com as outras).

O baralho é muito fácil de usar, bem completo na diversidade tanto de sentimentos quanto de necessidades e permite várias formas diferentes de jogar. O suporte oferecido através dos grupos, no Face ou no WhatsApp é um diferencial pois sempre há o compartilhamento de novos olhares e insights sobre Comunicação Não-Violenta.

Enfim, amo o Grok! Gratidão, Sérgio e Laura… e também a todos os envolvidos!!

Enviado por: Ana
Ambiente usado / Área de atuação: Especialista em Comunicação Conectiva, Palestrante e Trainer
É um bom recurso terapêutico
Psicologia

Muitas vezes utilizo as cartas como ferramenta para conversas com crianças e, principalmente, adolescentes. Como exemplo : como você tem se sentido esses últimos dias ? Do que está precisando ? Escolha X números de cartas . E essa escolha vira um bom

método de construção de vínculo para os que têm pouco hábito de conversar,  trocar ideias ou refletir. Tbem já usei as cartas em atendimentos em grupo. Lanço mão das cartas em vários momentos e situações nos atendimentos em saúde mental.

Enviado por: Marília
Ambiente usado / Área de atuação: Psicologia
Oficina Cultural para jovens com Grok e fotografias
Educação
Sou responsável pela Organização Social Transforme Sorrisos, atuamos desde 2010 com a missão de levar acesso à cultura para crianças e adolescentes em situação de vulnerabilidade social.
Recebemos nosso jogo GROK em novembro, e já utilizamos ele em nossa Oficina Cultural com meninos de 7 a 14 anos que se encontram afastados das famílias e sob medida de proteção. Eles são encaminhados para a unidade pelo Conselho Tutelar e por determinação da Vara da Infância e da Justiça em função de violência, ameaça ou violação de direitos, negligência, abandono, maus-tratos e rompimento de vínculos familiares.
Nosso objetivo com o jogo era criar mais repertório dos sentimentos, proposta que estamos trabalhando o ano todo.
Experimentar o jogo foi mais uma oportunidade para um mergulho sobre o tema, conseguimos trabalhar a escuta, desejos, esperanças, a nomear diferentes sentimentos, e a conectar esses sentimentos de maneira lúdica e divertida com fotografias que utilizamos junto com o jogo, as fotos representam vários sentimentos, algumas eram fotos da gente e outras de várias situações diferentes.
Foi uma experiência maravilhosa e adoramos pois podemos criar junto com o jogo, dando mais autonomia para o desenvolvimento de cada um.
Nosso muito obrigado pela doação e confiança, com toda certeza vamos utilizar o jogo durante o ano que vem em nossas ações.
* Os rostos dos jovens foram escondidos para proteger sua imagem e identidade.
Enviado por: Ana Nisio (Organização Social Transforme Sorrisos)
Ambiente usado / Área de atuação: Levar acesso à cultura para crianças e adolescentes em situação de vulnerabilidade social
Treinamento e Diversidade
FacilitaçãoTrabalho e carreira

Eu utilizei o Grok em um treinamento de diversidade como forma das pessoas perceberem que cada um percebe e vive necessidades e sentimentos de uma forma diferente e que a diversidade não está apenas naquilo que os olhos estão vendo.
Pedi que ficasse em dupla e cada um recebeu uma carta de sentimento e uma de necessidade e cada um teria 10 minutos para falar como se relacionada com essa necessidade e com esse sentimentos. O papel do outro era apenas escutar, sem interromper ou questionar, pois a ideia era exercitar também a escuta e a conexão.
Ao final eles tinham que trazer para roda qual a percepção que tiveram ao observar a pessoa falando daquela necessidade e sentimento, o que era parecido e o que era diferente. Assim refletimos sobre o quanto precisamos nos abrir para a escuta antes de julgar ou rotular.

Enviado por: Aline Lima
Ambiente usado / Área de atuação: Educadora Emocional e Designer de Experiências