Um espaço para contar suas experiências e escutar experiências de outras pessoas sobre como têm usado o Grok e quais os resultados e benefícios colhidos.
Hoje foi dia de grupo terapêutico com os adolescentes e trabalhamos o tema do suicídio.
Depois do depoimento corajoso de uma integrante que já tentou se matar, fizemos juntos o exercício de colocar no centro os sentimentos que cada um acredita que esteja presente quando alguém pensa em pôr fim à vida.
Ao redor, foram colocadas cartas que o grupo associou às necessidades não atendidas que podem estar por trás da vontade de morrer.
Não estava planejado usar desta forma o jogo, mas fez sentido. Ajudou na compreensão da importância em reconhecer os próprios sentimentos e necessidades, tanto como fator de proteção, quanto como ferramenta para pedir ajuda.
Utilizamos o Grok nos grupos com adolescentes vítimas de violência no CREAS.
Observamos que eles apresentaram conteúdos mais detalhados sobre eventos passados do que com estratégias anteriormente utilizadas.
O GROK é um jogo libertador!
Feito para jogar sozinho ou com muitas pessoas, ele é uma reflexão, que independente de nossa história ou situação, somos todos somos seres humanos e temos as mesmas necessidades.
Muitos dos meus diálogos e minhas discussões melhoraram significativamente ao conseguir ver o ser humano por trás, além da raiva e culpa. Recomendo muito!
Adquiri o Grok para o uso pessoal nos trabalhos que sou convidado. Porém incorporei o seu uso no Treinamento “Comunicação nas relações de trabalho” o qual sou responsável na Santa Casa.
Foram mais de 20 turmas e aproximadamente 450 pessoas impactadas, graças ao Grok recebemos devolutivas como: “Foi o treinamento que mudou a minha vida”, “Após o treinamento eu mudei completamente, não só no trabalho, mas em casa também”.
É gratificante ser responsável pela condução deste trabalho, mas o Grok tem grande responsabilidade neste processo.
Obrigado a Colibri por proporcionar isso a nós.
Estou jogando eventualmente, com amigos que aparecem com problemas pessoais… Sempre aparecem… Então, desde que estou com o Grok em mãos, os convido a brincar de Spock (de Jornada nas Estrelas), personagem que encara as maiores tragedias com a sobrancelha erguida e o inesperado comentario: “fascinante”. É o que a CNV nos convida a fazer perante nossas mazelas pessoais.
Após nossas conversas, convido os a jogar as cartas. Trazemos as emoções para a luz do microscopio. Fazemos o mapeamento das emoções pertinentes com a ajuda das cartas. Bem depois, pq o processo da primeira etapa é demorado, passamos ao mapeamento das necessidades não atendidas… Meu relacionamento com meus amigos é um constante exercício da escuta empática, e o Grok é o suporte do exercício, geralmente jogado no final dos nossos encontros. Como sempre em mudança está o futuro, ainda não sei como será o uso futuro do jogo. Com certeza, haverá evolução. Estou grata pela experiencia da qual estou participando com todos aqui. Um abraço grande a todos! Prossigamos.
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