Um espaço para contar suas experiências e escutar experiências de outras pessoas sobre como têm usado o Grok e quais os resultados e benefícios colhidos.
Estou jogando eventualmente, com amigos que aparecem com problemas pessoais… Sempre aparecem… Então, desde que estou com o Grok em mãos, os convido a brincar de Spock (de Jornada nas Estrelas), personagem que encara as maiores tragedias com a sobrancelha erguida e o inesperado comentario: “fascinante”. É o que a CNV nos convida a fazer perante nossas mazelas pessoais.
Após nossas conversas, convido os a jogar as cartas. Trazemos as emoções para a luz do microscopio. Fazemos o mapeamento das emoções pertinentes com a ajuda das cartas. Bem depois, pq o processo da primeira etapa é demorado, passamos ao mapeamento das necessidades não atendidas… Meu relacionamento com meus amigos é um constante exercício da escuta empática, e o Grok é o suporte do exercício, geralmente jogado no final dos nossos encontros. Como sempre em mudança está o futuro, ainda não sei como será o uso futuro do jogo. Com certeza, haverá evolução. Estou grata pela experiencia da qual estou participando com todos aqui. Um abraço grande a todos! Prossigamos.
Usei o Grok para conversar comigo sobre determinada questão.
Foi muito legal. A resposta trouxe à tona algo que eu quase sabia, mas ainda não tinha focado e portanto, ainda não tinha reparado. Gostei bastante do que me provocou pensar e perceber. Foi prático e direto.
Recomendo.
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Tenho notícias inacreditáveis para vocês. Olha como o mundo é. Estava dentro da minha bolsa o Jogo Grok que eu encomendei para aquele meu amigo e que quis trazer para casa primeiro para poder escrever uma carta, fazer uma dedicatória e mandar para ele. Estava na minha bolsa, que eu o ia pôr no correios depois do trabalho. Era minha intenção. Ficou na minha bolsa segunda, terça e quarta. E aí na quarta fui chamada.
No meu trabalho eu faço às vezes algumas ações nas escolas. Fui fazer uma ação numa escola onde um adolescente se suicidou. E aí eu fui fazer uma ação com um grupo de adolescentes da sala dele e tal. E a ideia inicial não era, de forma alguma, trazer o Grok, trazer a comunicação não-violenta. A questão era mais essa coisa do luto, de elaborar o luto, das perdas, do suicídio, de outras coisas. E a gente ia fazer algumas dinâmicas. Do jeito que a coisa foi caminhando. Eles estavam super participativos. Eu nunca imaginei que teria tanta participação. Eu achei que teria que meio que forçando a participação.
Eu senti no meu coração: “Meu, faz todo sentido. Vou pegar e vou arriscar.” Eu nunca tinha tentando jogar até agora ainda o Grok. Eu já tinha visto, eu já tinha lido, explorei as cartas, mas não tinha tentado jogar com alguém. Imaginei formas de jogar mas ainda não tinha levado de uma forma mais coletiva assim. E ai no fim das contas acho que foi uma coisa meio inspirada. Peguei o jogo. Eram 16 adolescentes na sala. E fiz um tipo de, uma brincadeira com eles com o Grok. Foi muito legal.
O professor de biologia deles veio conversar comigo se eu poderia fazer a mesma coisa na reunião dos professores, porque ele achava muito importante para os professores porque a coisa está grave.
Levei pra sala de aula e joguei com um grupo de alunos de uma turma que teve um caso de envolvimento com drogas que culminou na internação do menino. A turma estava muito sensível e abalada. Foi lindo de ver. Ampliou a conexão que existia entre nós e organizou muitas coisas internas por ali!
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