Um espaço para contar suas experiências e escutar experiências de outras pessoas sobre como têm usado o Grok e quais os resultados e benefícios colhidos.
Maravilhoso jogo!
Ainda não consegui explorar toda sua potencialidade, mas a partir do momento em que li o manual já fiquei atenta às minhas formas de expressão e comunicação. Me ajudou muito a perceber as formas de comunicação das outras pessoas também, e a desenvolver um diálogo mais empático.
Super recomendo que esse jogo e essas práticas sejam desenvolvidas em todos os espaços, com amigos, com a família, no ambiente de trabalho etc.
Hoje foi dia de grupo terapêutico com os adolescentes e trabalhamos o tema do suicídio.
Depois do depoimento corajoso de uma integrante que já tentou se matar, fizemos juntos o exercício de colocar no centro os sentimentos que cada um acredita que esteja presente quando alguém pensa em pôr fim à vida.
Ao redor, foram colocadas cartas que o grupo associou às necessidades não atendidas que podem estar por trás da vontade de morrer.
Não estava planejado usar desta forma o jogo, mas fez sentido. Ajudou na compreensão da importância em reconhecer os próprios sentimentos e necessidades, tanto como fator de proteção, quanto como ferramenta para pedir ajuda.
Utilizamos o Grok enquanto ferramenta de um círculo de construção de paz para trabalharmos o fortalecimento de vínculo.
Utilizamos as cartas de sentimentos, que ficaram expostas ao entorno da peça de centro. No check-in, cada participante retirou uma carta com o sentimento que trazia consigo para iniciarmos o novo ano.
Ao final do círculo, novamente utilizamos as cartas de sentimentos para realizarmos o check-out. Cada um dos participantes partilhou os sentimentos acerca da realização do círculo de fortalecimento de vínculo que foi vivenciado.
Apresentamos a proposta do jogo “Grok” (doado pela empresa Colibri, como estratégia de intervenção para abordagens relacionadas à Comunicação Não Violenta), com a ideia de exercitar a prática de nomeação de sentimentos, facilitando as relações e a comunicação daqueles, de forma mais clara. O adolescente sorteava as cartas de sentimentos e a equipe exemplificava com uma situação na qual “se sentiria assim…”. O adolescente precisava indicar qual sentimento acreditava ser e dar também um exemplo no qual teria se sentido dessa maneira. Tal dinâmica se deu em decorrência de analfabetismo do atendido. Notou-se que o socioeducando possui habilidades de narração, descrição e comparação. No entanto, o adolescente não conseguiu fazer o exercício de nomear os sentimentos, trazendo novamente limitações na prática de abstração. Ainda assim, percebe-se uma maior vinculação à equipe com a prática de se expressar e falar sobre suas vivências.
Realizei um treinamento básico em CNV para gestores e utilizei o grok para tomarem contato com sentimentos e necessidades e foi muito útil, pois muitas vezes eles não sabiam nomear seus sentimentos e só conseguiam fazer isso com o apoio do grok!
Estamos muito contentes com as possibilidades de utilização do Grok!
Gostaríamos de compartilhar o relato de utilização do jogo junto a equipe pedagógica do Instituto Crescer Legal, a partir de Março/20 passaremos a utilizar o Grok com os jovens que participam dos programas sociais do Instituto.
Tivemos conhecimento acerca do jogo GROK durante uma formação realizada por uma das colaboradoras da instituição. No nosso trabalho, abordamos diversos aspectos relacionados com a Comunicação Não Violenta, com isso, acreditamos que o jogo poderia ser um aliado de nossa prática pedagógica, visto que ele permite uma comunicação mais eficaz em relação às necessidades e sentimentos dos participantes, no nosso caso, jovens do meio rural.
Afim de testar as possibilidades da utilização do mesmo, realizamos a experimentação dos diferentes formatos durante o primeiro encontro com o grupo de educadores, após o recesso. Primeiro, nos familiarizamos com as cartas de necessidades e depois de sentimentos, seguindo os modelos do manual que acompanha o jogo. Posteriormente, cada integrante, coordenou uma atividade com o uso do GROK, aplicando com os demais colegas do grupo. Surgiram várias discussões bacanas acerca das possibilidades de utilização do mesmo, além de ser essencial para podermos utilizar dessa ferramenta com mais eficiência com os jovens. Foi muito interessante observar o quanto muitas vezes não soubemos nomear os sentimentos e/ou necessidades que temos, mesmo que pareçam óbvios.
Algumas possibilidades que surgiram em relação a familiarização do jogo: