Inspire-se

Um espaço para contar suas experiências e escutar experiências de outras pessoas sobre como têm usado o Grok e quais os resultados e benefícios colhidos.

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Grok para autoconsciência emocional
Grok sozinho

Recentemente apliquei o Grok numa sessão em que o cliente navegava sobre o problema, mas não conseguia mergulhar e acessar as vulnerabilidades. Cantei as necessidades uma por uma e pedi que sem pensar ele dissesse se tinha ou não em relação à situação e a fase. Em seguida fiz o mesmo com os sentimentos. Abri todas as cartas na frente dele e ele se assustou em perceber que existiam sentimentos e necessidades que ele nem se dava conta.

Pedi para ele ir encaixando os sentimentos e as necessidades que estavam ligadas e ele foi tendo insights de que se resolvesse uma necessidade, automaticamente, eliminaria algumas outras e outros sentimentos.

Foi muito produtivo e leve.

Estou sempre com o jogo em mãos e já aconteceu de não estar na programação de uma apresentação e eu sentir a necessidade de aplicar e ser um sucesso de resultados para quem participa.

Sou muito grata por ter conhecido o Sérgio e a metodologia Grok. Já era semeadora da CNV e ficou ainda mais completo.

 

Enviado por: Flávia Gimenes
Ambiente usado / Área de atuação: Terapia de Mudança Cognitivo-Comportamental e Humanização Empresarial
Intervenção individual - adolescente atendido na GEAMA

Apresentamos a proposta do jogo “Grok” (doado pela empresa Colibri, como estratégia de intervenção para abordagens relacionadas à Comunicação Não Violenta), com a ideia de exercitar a prática de nomeação de sentimentos, facilitando as relações e a comunicação daqueles, de forma mais clara. O adolescente sorteava as cartas de sentimentos e a equipe exemplificava com uma situação na qual “se sentiria assim…”. O adolescente precisava indicar qual sentimento acreditava ser e dar também um exemplo no qual teria se sentido dessa maneira.  Tal dinâmica se deu em decorrência de analfabetismo do atendido. Notou-se que o socioeducando possui habilidades de narração, descrição e comparação. No entanto, o adolescente não conseguiu fazer o exercício de nomear os sentimentos, trazendo novamente limitações na prática de abstração. Ainda assim, percebe-se uma maior vinculação à equipe com a prática de se expressar e falar sobre suas vivências.

Enviado por: Manuela Soares Silveira
Ambiente usado / Área de atuação: Assistente Social do Sistema Socioeducativo
Warm-up
Trabalho e carreira

De forma simples e cuidando para ser objetivo e contributivo, uso a metodologia para inicio dos trabalhos em grupo. Na maioria dos casos as pessoas já estão em grupo aguardando o inicio do trabalho quando promovo o seguinte processo:

  1. Colocado o contexto do desafio do dia, onde para o mesmo as pessoas terão necessidades e sentimentos
  2. Explicado o processo a seguir
  3. Pausa com um música de fundo para que as pessoas se tragam ao presente.
  4. Ao final elas escolhem uma carta (voltada para baixo), aleatoriamente, de sentimentos e de necessidades
  5. Posteriormente elas abrem a carta de necessidade acompanhado de uma reflexão pessoas de aproximadamente 1′
  6. Posteriormente elas abrem a carta de sentimento acompanhado de uma reflexão pessoas de aproximadamente 1′
  7. Compartilhamento em grupo de sua experiência e definição das necessidades e sentimentos presentes
  8. As cartas permanecem com as pessoas durante os trabalhos para, eventualmente, lembrarem das necessidades e sentimentos presentes
Enviado por: Regis Lucci
Ambiente usado / Área de atuação: Consultoria
Uso do Grok em grupo de prática em CNV
Facilitação

Conduzo grupos de prática em Comunicação Não Violenta. No ultimo encontro utilizei o Grok para apoiar nossa prática que era em torno da identificação e autoresponsabilidade e incremento do vocabulário sobre sentimentos.

As participantes adoraram o Grok por vários motivos mas talvez o que chamou mais atenção foi o contato que elas tiveram com a nomeação de um repertório vasto de sentimentos. Puderam experienciar o quanto que no dia a dia limitamos nosso vocabulário e consequentemente dificultamos nossa conexão com nosso mundo interno e com o que necessitamos.

Pretendo usar muito mais o jogo ao longo das práticas do grupo. E provavelmente, como já aconteceu, ampliando muito a compreensão e o engajamento das pessoas em prol da não-violência.

Enviado por: Silvia Psi
Ambiente usado / Área de atuação: Psicóloga e facilitadora de CNV
Grok Sozinho é uma conversa
Grok sozinho

Usei o Grok para conversar comigo sobre determinada questão.

Foi muito legal. A resposta trouxe à tona algo que eu quase sabia, mas ainda não tinha focado e portanto, ainda não tinha reparado. Gostei bastante do que me provocou pensar e perceber. Foi prático e direto.

Recomendo.

Enviado por: Rita Hetem Aventurato
Ambiente usado / Área de atuação: Psicologia
Conversei com adolescentes sobre elaboração do luto
EducaçãoPsicologia

Tenho notícias inacreditáveis para vocês. Olha como o mundo é. Estava dentro da minha bolsa o Jogo Grok que eu encomendei para aquele meu amigo e que quis trazer para casa primeiro para poder escrever uma carta, fazer uma dedicatória e mandar para ele. Estava na minha bolsa, que eu o ia pôr no correios depois do trabalho. Era minha intenção. Ficou na minha bolsa segunda, terça e quarta. E aí na quarta fui chamada.

No meu trabalho eu faço às vezes algumas ações nas escolas. Fui fazer uma ação numa escola onde um adolescente se suicidou. E aí eu fui fazer uma ação com um grupo de adolescentes da sala dele e tal. E a ideia inicial não era, de forma alguma, trazer o Grok, trazer a comunicação não-violenta. A questão era mais essa coisa do luto, de elaborar o luto, das perdas, do suicídio, de outras coisas. E a gente ia fazer algumas dinâmicas. Do jeito que a coisa foi caminhando. Eles estavam super participativos. Eu nunca imaginei que teria tanta participação. Eu achei que teria que meio que forçando a participação.

Eu senti no meu coração: “Meu, faz todo sentido. Vou pegar e vou arriscar.” Eu nunca tinha tentando jogar até agora ainda o Grok. Eu já tinha visto, eu já tinha lido, explorei as cartas, mas não tinha tentado jogar com alguém. Imaginei formas de jogar mas ainda não tinha levado de uma forma mais coletiva assim. E ai no fim das contas acho que foi uma coisa meio inspirada. Peguei o jogo. Eram 16 adolescentes na sala. E fiz um tipo de, uma brincadeira com eles com o Grok. Foi muito legal.

O professor de biologia deles veio conversar comigo se eu poderia fazer a mesma coisa na reunião dos professores, porque ele achava muito importante para os professores porque a coisa está grave.

Enviado por: Estela Marcondes
Ambiente usado / Área de atuação: Terapia Ocupacional